sábado, 16 de dezembro de 2006

A GRANDE VIRADA
Ja havia planejado um grande post de final de ano... Mais como to totalmente sem tempo, vou aos poucos publicando cada post.
ok! Nao pensem que abandonei isso aqui heim?! :)


sexta-feira, 17 de novembro de 2006

"Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue sua alegria, sua paz, sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Somos livres, não pertencemos a ninguém e não podemos querer ser donos dos desejos, da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.
Se você anda repetindo muito "você é a razão da minha vida", cuide-se. Remova essas palavras e, principalmente, a ação dessas palavras da sua vida, pois fazem muito mal ao seu "eu" interior. A razão da sua vida é você mesmo. A sua paz interior é a sua meta de vida, quando sentires um vazio na alma, quando acreditares que ainda está faltando algo, mesmo tendo muito, remete seu pensamentopara os seus desejos mais íntimos e busque a divindade que existe em você.
Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante de você. Não coloque objetivos longes demais de suas mãos, abrace os queestão ao seu alcance hoje.
Sorrir significa aprovar, aceitar, felicitar. Então abra um sorriso para aprovar o mundo que te quer oferecer o melhor.Com um sorriso no rosto, as pessoas terão as melhores impressões de você, e você estará afirmando para você mesmo que está para ser feliz.
Trabalhe, trabalhe muito a seu favor. Pare de exigir das pessoasaquilo que nem você conquistou ainda. Critique menos, trabalhe mais.E, não se esqueça nunca, de agradecer.
Agradeça tudo que está em sua vida nesse momento, inclusive a dor.Nossa compreensão do universo ainda é muito pequena para julgar o que quer que seja.
Por fim, acredite que não estamos sozinhos um instante sequer.Você pode, através de uma oração simples e de coração, buscar aquele que é maior que quaisquer problemas.
Pense nisso, não se destrua por falta, se erga na falta, mostre a cada um a cor do seu sorriso!"
Revolução da Alma

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

Manual de Conservar Caminhos - Paulo Coelho


1 - O CAMINHO COMEÇA EM UMA encruzilhada. Ali você pode parar e pensar em que direção seguir. Mais não fique muito tempo pensando, ou jamais sairá do lugar. Faça a pergunta clássica de Castaneda: Qual destes caminhos tem um coração?
Reflita bastante sobre as escolhas que estão adiante, mas, uma vez dado o primeiro passo, esqueça definitivamente a encruzilhada, ou sempre ficará sendo torturado pela inútil pergunta: “Será que escolhi o caminho certo?” Se você escutou seu coração antes de fazer o primeiro movimento, você escolheu o caminho certo.
2 - O Caminho não dura para sempre. Ė uma bênção percorrê-lo durante algum tempo, mas um dia ele irá terminar. Portanto, esteja sempre pronto para se despedir, a qualquer momento. Pó mais que você fique deslumbrado por certas paisagens, ou assustado com algumas partes, onde ė necessário muito esforço para seguir adiante, não se apegue a nada. Nem as horas de euforia, nem aos intermináveis dias onde tudo parece difícil, e o progresso ė lento. Cedo ou tarde, um anjo virá, e sua jornada chega ao final, não esqueça.
3 - Honre seu caminho. Foi sua escolha, sua decisão, e na medida em que você respeita o chão onde pisa também este chão passa a respeitar seus pés. Faça sempre o que for melhor para conservar e manter seu caminho, e ele fará o mesmo por você.
4 - Esteja bem equipado. Leve um ancinho, uma pá, um canivete. Entenda que, para as folhas secas, os canivetes são inúteis, e para as ervas muito enraizadas, os ancinhos são inúteis. Saiba sempre que ferramenta utilizar a cada momento. E cuide delas, porque são suas maiores aliadas.
5 - O caminho vai para frente e para trás. Às vezes, é preciso voltar, porque foi perdido algo. Ou uma mensagem, que devia ser entregue, foi esquecida no seu bolso. Um caminho bem cuidado permite que você volte atrás sem grandes problemas.
6 - Cuide do caminho, antes de cuidar do que está á sua volta: atenção e concentração são fundamentais. Não se deixe distrair pelas folhas secas que estão nas margens ou pela maneira como os outros estão cuidando dos seus caminhos. Use sua energia para cuidar e conservar o chão que acolhe seus passos.
7 - Tenha paciência. Às vezes, é preciso repetir as mesmas tarefas, como arrancar ervas daninhas ou fechar buracos que surgiram depois de uma chuva inesperada. Não se aborreça com isso, faz parte da viagem. Mesmo cansado, mesmo com certas tarefas repetitivas, tenha paciência.
8 - Os caminhos se cruzam: as pessoas podem dizer como está o tempo. Escute os conselhos, tome suas próprias decisões. Só você é responsável pelo caminho que lhe foi confiado.
9 - A natureza segue suas próprias regras: desta maneira, você tem que estar preparado para súbitas mudanças do outono, o gelo escorregadio no inverno, as tentações das flores na primavera, a sede e as chuvas de verão. Em cada uma dessas estações, aproveite o que há de melhor, e não reclame das suas características.
10 - Faça do seu caminho um espelho de si mesmo: não se deixe de maneira nenhuma influenciar pela maneira como os outros cuidam de seus caminhos. Você tem sua alma para escutar, e os pássaros para contar o que sua alma está dizendo. Que suas historias sejam belas, e agradem tudo que está á sua volta. Sobretudo, que as historias que sua alma conta durante a jornada sejam refletidas em cada segundo de percurso.
11 - Ame seu caminho: sem isso, nada faz sentido.

segunda-feira, 6 de novembro de 2006

Gosto dele um tanto assim...


"Os jornais noticiam tudo, menos uma coisa tão banal que ninguém se lembra: a vida"
Rubem Braga
Tentei outro dia ser menos ignorante: Diz-se de, ou pessoa que não tem instrução, que não sabe nada. :)
Mais vou explicar o porque hehe... a verdade `e que Franz Kafka s`o foi me iluminar depois que descobri quem e o que realmente ele era e dizia... serio hehe!!
"Para ler Kafka são necessários alguns cuidados especiais, entre eles, contar com uma certa atenção à maneira com que toda obra se constrói, principalmente seus períodos; estar sempre consciente de que toda a criação literária de Kafka foi dolorida, feita com o intuito de não parecer bonita, de ser, principalmente, uma obra baseada na dor; ficar atento a todos os detalhes do texto, pois em Kafka, até as imperfeições são propositais, ou seja, segundo Theodor Adorno, até "as deformações em Kafka são precisas". (http://almanaque.folha.uol.com.br/kafka.htm)
UFMA aprova cotas raciais e sociais em 2007

da Agência Folha.
A UFMA (Universidade Federal do Maranhão) aprovou anteontem a adoção de cotas sociais e raciais e irá destinar, já a partir do vestibular de 2007, metade das vagas oferecidas para candidatos negros ou que cursaram o ensino médio em escolas públicas.Das 3.353 vagas que serão oferecidas pela UFMA em 2007, 839 vagas (equivalente a 25% do total de vagas) serão disputadas por candidatos negros, independentemente de terem cursado instituições públicas ou privadas. Outras 839 vagas serão destinadas exclusivamente a candidatos provenientes de escolas públicas, independentemente de etnia.A universidade anunciou também que será criada, em cada semestre, uma vaga para índios e outra para pessoas portadoras de deficiência. Atualmente, a UFMA tem aproximadamente 11 mil estudantes em cinco campi.

domingo, 15 de outubro de 2006

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário,perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesma que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que ,levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração.....e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa -nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.."

E lembra-te : "Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão"

FERNANDO PESSOA
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Fico hoje com esse texto que diz tudo por mim...

terça-feira, 3 de outubro de 2006

"Além do horizonte"

Caso "além do horizonte" eu encontre um lugar bonito pra se viver em paz, vou com toda certeza, começar a procurar + dizer que ele vai estar esperando por nós dois aí já é demais... Até porque de que vale um paraíso sem amor?

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Amor... Amor...

quando penso o significado dessa palavra, tento fazer um misto de Cazuza, do Aurelio, da Rita Lee e do Verissimo...

Reconheço...

Aquele terno/ardente de uma pessoa por outra, e que engloba tb. atração física...
Aquele passageiro e sem consequência...
Aquele aventureiro...
Aquele inibido...
Aquele traiçoeiro...
Aquele entusiasmado...
Aquele apaixonado amor...
Aquele zeloso, adorado, venerado...
Aquele prazeroso...
Aquele safado amor...
Aquele incontido...
Aquele eterno...
Aquele desenfreado...
Aquele verdadeiro...
Aquele mentiroso...
Aquele que só acha quem tem sorte...
Aquele prosaico...
Aquele prosístico..
Aquele patetico...
Aquele ridículo...
Aquele pintura a quatro mãos...
Aquele olho no olho...
Aquele quente...
Aquele gemidos...
Aquele sorrisos do nada...
Aquele noites estreladas...
Aquele que dure o tempo que mereça.



sábado, 2 de setembro de 2006

Isso eu valorizo - acabo de ver um grande especial em homenagem ao Antonio Nôbrega. Figura impar da cultura pernambucana e um dos principais do Nordeste...
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Antônio Nóbrega e o almanaque da cultura popular
O polivalente artista pernambucano comemora seus trinta anos de carreira com o disco/espetáculo Lunário Perpétuo
Marco Antonio Barbosa e Mônica Loureiro
15/08/2002


Antonio Nóbrega

Biografia e discografia:

Muito, muito antes de Chico Science botar Pernambuco no mapa da modernidade musical brasileira, já havia Antônio Nóbrega lá - praticamente um antípoda da geração manguebeat, fincando pé no passado mais remoto para extrair de lá sons, gestos e histórias que embevecem os ouvintes contemporâneos. Nóbrega está de volta com o disco/show Lunário Perpétuo, espécie de resumo de seus 30 anos de carreira, todos dedicados a reler a tradição popular nordestina de uma maneira pessoal, dedicada à interação total com o público e o entretenimento do mesmo. O espetáculo, que estreou em São Paulo em julho, esteve no Rio na semana passada e vai seguir pelos palcos brasileiros afora, relembrando o projeto artístico único de Nóbrega. Único mesmo; quem mais pode se dizer cantor/rabequeiro/brincante/dançador/pesquisador além dele? "Não é uma antologia de minha carreira. Dentro do show novo, privilegiei alguns assuntos, alguns aspectos que me são queridos", revelou Nóbrega ao Cliquemusic sobre Lunário Perpétuo.O Lunário original era um livro, espécie de almanaque que circulava entre o povo nordestino durante a infância de Nóbrega (que tem hoje 51 anos). "Tinha astrologia, receitas, histórias de mitologia, biografias de santos, dados para a agricultura..." cita o múltplo artista. O disco assume ares de "álbum conceitual", organizado visual e sonoramente em função das referências ao tal almanaque. "São três os tópicos que escolhi enfocar no disco", conta Nóbrega. "A importância da rabeca na minha carreira, que um instrumento ao qual ainda devoto muito de minha energia criadora; os romances, as histórias cantadas que sempre estão presentes em meu trabalho; e o cancioneiro popular, com o qual me expresso através das formas da poética nordestina." No palco, 13 pessoas - entre músicos e dançarinos - ajudam a dar nova vida aos frevos, marchas, galopes e cantigas entoados por Nóbrega. "O Lunário não tem a mesma grandiloqüência do Marco do Meio-dia (espetáculo anterior do artista, de 2000)", diz o pernambucano. "É uma encenação mais austera, mas ainda assim com a mesma intensidade." As músicas do CD homônimo (editado pelo selo Brincante, do próprio Nóbrega, e distribuído pela Trama), como O Rei e o Palhaço, Romance da Filha do Imperador do Brasil e Romance da Nau Catarineta são a base do repertório. Nóbrega destaca algumas canções em particular. "Gostei de gravar e cantar Pagão, foi a primeira vez em que gravei Pixinguinha. Além disso, há uma música do grande Lourival Oliveira, Canjiquinha - uma polca - e Ponteio Acutilado, uma canção que escrevi em 1970, a primeira que fiz para o Quinteto Armorial", lembra.A estréia do show, em São Paulo, foi uma ocasião de gala; uma temporada de duas semanas no Sesc Pompéia que incluiu várias participações especiais, palestras, exposições e até uma aula-espetáculo conduzida por Ariano Suassuna. Para as apresentações posteriores, o formato foi reduzido. "Em São Paulo foi o Sesc que produziu, então pudemos fazer algo mais amplo. Mas já na vinda para o Rio tivemos grandes dificuldades de espaço", explica Nóbrega. Reduzido ou não, o espetáculo vai contar com o mais conhecido personagem encarnado pelo artista, o palhaço Tonheta. "Ele não está no CD, mas no palco sim", fala Nóbrega, que refere-se ao personagem sempre na terceira pessoa. "Quem decide quanto tempo dura o espetáculo é ele. A duração oficial é de 1h35m, isso quando Tonheta não fica meio doido da cabeça e estica um pouco mais...", brinca. Na versão ao vivo de Lunário, Tonheta canta Meu Foguete Brasileiro, parceria de Nóbrega e Bráulio Tavares, Patativa (Vicente Celestino) e uma versão de Apanhei-te Cavaquinho (Ernesto Nazareth) rebatizada Apanhei-te Rabequinha.A multiplicidade de ritmos e estilos, o forte tom lúdico da encenação e as marcantes performances de dança, marcas registradas do trabalho de Nóbrega, estão no show e sublinham as três décadas de arte do polivalente pernambucano. "Na verdade, minha estrada começou aos 11 anos, quando descobri o violino. Mas foi o convite para tocar no Quinteto Armorial que eu considero o ponto inicial de minha carreira efetiva", narra. "Ariano Suassuna me chamou para trocar o violino pela rabeca, e sofri um abalo com as formas de aprendizado que se abriram para mim. Dez anos com o Quinteto renderam quatro discos; paralelamente, Nóbrega criou três espetáculos-solo (a partir de 1976) antes de deixar o grupo e radicar-se em São Paulo, em 1982. Hoje, o lado pesquisador/educador é tão forte quanto a porção artística - na verdade, as duas faces se completam. "Toco, em parceria com minha esposa Rosane, o Brincante, que agora está fazendo dez anos - que funciona na Vila Madalena (SP) e é um espaço para criar e produzir eventos que mostrem o Brasil que o povo não conhece por falta de divulgação. Lá, temos cursos como 'A arte do brincante para educadores', coordenamos o projeto Zabumbau, com jovens percussionistas, fazemos oficinas de artistas populares e dança..." enumera Nóbrega. Tudo isso em função da bandeira que carrega há 30 anos, que reza: cultura popular não é folclore. "A cultura do povo não pode ser vista por esse viés da 'coisa exótica', que é estático, não gera nada. As manifestações sobre as quais eu trabalho tem um papel fecundador da cultura, coisa que o folclore não tem", diz Nóbrega.

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

O que realmente precisamos é debater essa questão e exclarecer ou defender cada ponto de vista, sem radicalismos, sem maquieismos, sem conceitos pré-estabelecidos.
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http://contemporanea.nominimo.com.br/ - Link da Matéria da Carla Rodrigues
A favor das cotas raciais

A historiadora Wania Sant’Anna é uma experiente pesquisadora de relações raciais. Autora de vários trabalhos sobre o tema, como o “Dossiê Assimetrias Raciais no Brasil: Alerta para a elaboração de políticas públicas”, ela tem argumentos sólidos na veemente defesa que faz das cotas raciais. Num debate em que ambos os lados têm sido radicais, abrir espaço para opiniões contraditórias é a melhor forma de esclarecer o leitor e fornecer o máximo de subsídios possível para uma tomada de decisão. Foi com esse objetivo que Contemporâneafoi ouvir as opiniões de Wania. Nessa entrevista, ela lembra as diversas leis que impediram a igualdade jurídica entre negros e brancos e discorda da hipótese de que as cotas possam vir a criar ódio racial ou desmereçam os esforços de ascensão da população negra: “Estamos ascendendo por nossos próprios méritos, inclusive os de organização política.”

Qual é a importância da distinção entre discriminação racial e racismo, considerando que discriminação racial seria caracterizada por mecanismos jurídicos que impedissem os negros de ter acesso a universidade?

Sim, é verdade que existem distinções conceituais e práticas entre preconceito, discriminação racial e racismo, mas no caso das universidades, ou em todas as situações nas quais podemos perceber um perfil segregado de participação o que está em operação é o conjunto das práticas discriminatórias. Ou seja, o preconceito, a discriminação racial e o racismo. Quando as situações e realidades não refletem equidade de participação, quando a diversidade do perfil humano – especialmente o étnico/racial e o de gênero – não se apresenta como uma experiência, temos aí um exemplo, um exercício da cultura de exclusão e de delimitação de espaço.
No debate atual insiste-se em dizer que o Brasil nunca teve legislações racistas, especialmente após a proclamação da República. Isso não é verdade. Decreto 528, de 28 de junho de 1890, proibia o ingresso de imigrantes de origem africana e asiática sem autorização do Congresso. Em 1921 o Itamaraty emitia ordens explícitas às embaixadas brasileiras nos Estados Unidos para que essas negassem visto aos afro-americanos que pretendessem compra terras no Mato Grosso. Decreto-Lei 7.967, de 18 de setembro de 1945, Governo Vargas, também sobre política imigratória menciona: “todo o estrangeiro poderá entrar no Brasil desde que satisfaça as condições estabelecidas por esta lei” e que “atender-se-á, na admissão dos imigrantes, a necessidade de preservar e desenvolver, na composição étnica da população, as características mais convenientes da sua ascendência européia, assim como a defesa do trabalhador nacional”. Mais claro e direto, é impossível. Tudo isso sob o regime republicano.

A falta de acesso estaria ligada à pobreza e à má qualidade da educação, o que é igual para negros e brancos pobres. Por que as cotas a partir do critério de renda não resolveriam o problema?

Existe um incrível reducionismo ao associar o caráter segredado de ingresso alunos ao ensino superior à pobreza, ou seja, ao rendimento da população. Parece óbvio, com as experiências em curso, que o padrão educacional, no seu conjunto, precisa ser revisto – e essa é uma decisão a ser tomada para o ensino público e privado. É uma inverdade imaginar que apenas as escolas públicas estão claudicantes, as escolas privadas padecem de mal semelhante. Melhorar a qualidade da educação no Brasil é um ato imperativo e isso não deve estar associado a fatores relacionados à renda, mas ao projeto de país que se quer ter, ou não, no século XXI. Contrapor uma decisão a outra é não querer enfrentar o debate sobre a desigualdade étnico/racial no Brasil. Quem é a favor da cotas raciais não é contra as cotas, ditas, sociais. Mas estão convencidos que essas não são suficientes para atacar discriminações históricas experimentadas pela população afro-descendente.

Você acredita que as cotas acirrariam o ódio racial e a discriminação? Não teme pela reação dos brancos pobres que permanecerão excluídos?

Primeiro é importante registrar que não são as organizações do movimento negro e seus ativistas quem mencionam a idéia de que, no futuro, enfrentaríamos algo como ódio racial. Segundo, qual tipo discriminação nós iríamos enfrentar? Por que pessoas, especialmente afro-descendentes, com maior nível de escolaridade e acesso a empregos resultaria em ódio racial? Políticas de ação afirmativa para pessoas afro-descendentes visam, insisto, em corrigir negações e distorções históricas.
Quanto aos brancos pobres é impressionante, há uma década atrás ninguém mencionava a sua existência. Os pobres não tinham cor alguma, eles eram apenas pobres. Então, olhemos a situação sob o seguinte prisma, com o acesso mais eqüitativo da população afro-descendente a bens e serviços, haverá mais dinamismo econômico – estamos falando de algo como 48% da população brasileira – e isso seria suficiente para acomodar as necessidades sociais e econômicas da população branca – pobre e não tão pobre. Aliás, sejamos justos, isso já está acontecendo na prática. Vejamos o exemplo do Pro-Uni, não fosse a movimentação das organizações negras, não teríamos um programa com essas características. Isso é um fato.

Um dos argumentos muito utilizados contra as cotas é que os negros devem ascender pelos seus próprios méritos e que as cotas os desqualificariam. Você discorda? Por que?

Estamos ascendendo por nossos próprios méritos, inclusive os de organização política. Fomos capazes de colocar a inclusão social e econômica da população afro-descendente como assunto nacional por nossos próprios méritos e contra todas as tentativas de reduzir esse debate a uma questão de classe. Luta por direitos e satisfação desses direitos não desqualifica nenhum grupo social, ao contrário. Os portadores de necessidade especiais, tendo garantido os seus direitos ao trabalho e à educação, por exemplo, não se desqualificam por ter acesso a esses direitos. Ter apreço por sua história, reconhecer que a escravidão é uma mácula da sociedade moderna e que precisamos corrigir o martírio experimentado por nossos ancestrais deve deixar a todos – afro-descendentes e brancos – orgulhosos de sua generosidade em dar uma solução sustentável ao país.
Finalmente, importa registrar que o debate sobre acesso às universidades só se tornou possível graças à ação voluntária de jovens afro-descendentes e brancos das periferias do Rio de Janeiro que tiveram a coragem de criar, gerenciar e fazer factível o seu ingresso nas universidades públicas e privadas. A experiência dos pré-vestibulares para negros e carentes estão na origem das propostas atuais de acesso às universidades e isso há mais de uma década. Foram eles os grandes responsáveis pela legislação estadual que fizeram da UERJ a primeira universidade do país a ter cotas raciais e sociais. Portanto, esses jovens apostaram que a solução, para eles, não estava apenas, nas atividades musicais e esportivas. Eles compreenderam que essas atividades não criam, desculpe-me a franqueza, em médio prazo, ciência, tecnologia e competitividade. Ou seja, não atende às suas necessidades e às necessidades urgentes do país. E acredito que aí está a originalidade e generosidade das propostas apresentadas pelas organizações do movimento negro. Estamos interessados no progresso da Nação e não na manutenção de privilégios.
Celebration
Entrando no site das Queridas e Sinceras Garotas que Dizem Ni, já na coluna das Situações Bizarras, comentários inúteis e notas estranhas... tsc tsc tsc...
Lendo essa resenha: Quem Mora ao Lado, morri de rir com tudo que a Vivi Escreveu, porque pensando nos meus vizinhos atuais (mesmo morando nessa nova casa há apenas 3 meses), sinto que bons ou más, legais ou malas, barulhentos ou silenciosos (no meu caso mais barulhentos do que silenciosos). Realmente em todos os casos ter pessoas coladas na nossa casa é nada mais que DIVERTIDO, e o melhor é que percebi lendo a resenha que todos os vizinhos são iguais.
Vamos lá galera, leem e vejam se concordam ou não!!!
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Bom, tô saindo agora da Procuradoria, correndo pra assistir QUARTO MUNDO - CIDADANIA ;)

segunda-feira, 21 de agosto de 2006

“Como se fora brincadeira de roda, memória
Jogo do trabalho na dança das mãos, macias
O suor dos corpos na canção da vida, história
O suor da vida no calor de irmãos, magia
Como um animal que sabe da floresta, perigosa
Redescobrir o sal que está na própria pele, macia
Redescobrir o doce no lamber das línguas, macias
Redescobrir o gosto e o sabor da festa, magia
Vai o bicho homem fruto da semente, memória
Renascer da própria força, própria luz e fé, memória
Entender que tudo é nosso, sempre esteve em nós, história
Somos a semente, ato, mente e voz, magia
Não tenha medo, meu menino bobo, memória
Tudo principia na própria pessoa, beleza
Vai como a criança que não teme o tempo, mistério
Amor se fazer é tão prazer que é como se fosse dor, magia
Como se fora brincadeira de roda, memória
Jogo do trabalho na dança das mãos, macias
O suor dos corpos na canção da vida, história”


Gonzaguinha - Redescobrir
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Já fui daquelas pessoas que tinham a leve sensação de que não eram desse mundo... Serio, é a mais pura verdade!! Já me senti assim. Na verdade muitas vezes me sinto assim. Acho que me dou essa desculpa por achar-me tão diferente dos outros mortais, entende o que digo?!

Mais quando me refiro a “esse mundo”, talvez esteja fazendo um paralelo correlato com a realidade. Até porque “esse mundo” é tão somente meu, uma vez que cada um de nós o percebe a sua maneira. Talvez esteja aí o âmago dos meus dicotomias.

Bom o fato é que meu ambiente preferido, muitas vezes não é o meu ambiente preferido... Deixa-me explicar... Muitas vezes vivemos rodeados de tanta gente chata e medíocre que nos tornamos um tanto chatos e medíocres... Daí tento fugir pra uma realidade só minha, mesmo não querendo ta em uma minha realidade. Ufaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! Até porque ninguém consegue viver muito tempo só na sua realidade, constantemente somos influenciados pelos que estão ao nosso redor....

Hum... Os que estão ao nosso redor... é os que estão ao meu redor são um pouco cansativos, algumas vezes acho que freqüento a turma errada... Daí tento mudar radicalmente meus hábitos e quando me dou conta não me sinto satisfeita e inteira.

É exatamente assim que de uns meses pra cá, não tenho me sentido... inteiraaaaaaaaa.

Preciso redescobrir a magia...

domingo, 20 de agosto de 2006

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O Pessoal do Blog "NO MINIMO" - na pauta Política & Cia. tratou de falar de algo muito comentado atualmente nas rodinhas de discursão...

A comida da dona Inhá
Os tucanos estão arrancando suas próprias penas.
Se as pesquisas estiverem certas (e essa é uma ressalva que sempre se deve fazer), Lula passeia em céu de brigadeiro rumo à vitória no primeiro turno. Enquanto isso, no horário eleitoral, a campanha de Alckmin continua vendendo as maravilhas da prefeitura de Pindamonhangaba.
O pessoal do PT não está nem acreditando. Os mais de seis meses de crise do mensalão, em que o país chegou a discutir o impeachment de Lula, não deram as caras na propaganda televisiva dos adversários.
E o arsenal de manchetes sobre as peripécias de Delúbio, Valério, Silvinho e companhia com o famoso “dinheiro não contabilizado”? Ninguém sabe, ninguém viu. As baterias antiaéreas do presidente estão quase enferrujando, por falta de uso. Dirceu lança editoriais aos quatro ventos de seu novo blog, enquanto não aparece ninguém com a idéia genial de lembrar o povo do mensalão.
E o programa de TV de Alckmin continua imerso no bucólico mundo azul-claro do “Geraldo”, o médico bonzinho, fantástico prefeito de Pindamonhangaba, onde construiu o parque esportivo João do Pulo e não dispensa a deliciosa comida da dona Inhá.
Como disse – com a pouca calma que lhe resta – Cesar Maia no ex-blog, o segundo turno ainda é possível, mas não com as histórias da “dona Nhá Nhá” (sic).

por Guilherme Fiuza.

sábado, 12 de agosto de 2006

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: Fui hj pro fondue lá da sala... Legalzinho... Muitooooooooooo Casal hehe!! Mais amigos queridos.

O que acontece é o seguinte. Quando estamos um pouco depré, solitários e um pouco cansados, felicidade demais é chato pra caralhoooooo!!! Mais gosto da maioria que estava ao meu lado essa noite, foi acima de tudo uma noite agradavél. No entanto, nada de muito há acrescentar... Pra falar a verdade, as mesmas conversas de sempre, que por mais que façam parte do meu circulo de amizade (a maioria) muitas vezes me cansa escutar as mesmas ladainhas de sempre.

Mais a noite foi realmente salva, por um bom "resto" de vinho, um bom fondue de camarão ao molho e um bom violão no finalzinho da noite.

...
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sábado, 29 de julho de 2006

:: Lugar Comum - número 1 ::

Tá, prometi a mim mesma alguns meses atrás, que iria fugir de todos os lugares comuns...

lugar - 1. Espaço próprio para determinado fim;
2. Povoação, localidade;
3. Região, país;
4. Posição, situação;
5. Classe, categoria, ordem;
6. Ocupação, emprego, função, cargo;
7. Assento marcado e determinado;
8. Posição determinada num conjunto, numa escala, numa série; colocação...

comum - 1. Pertencente a todos ou a muitos;
2. Vulgar, trivial, ordinário;
3. Habitual, normal, usual, geral. [Superl. abs. sint.: comuníssimo.];
4. ...


O meu lugar comum, certamente, não é aquele exclusivamente meu (coisa que o tornaria incomum)... mais o comum vulgar, trivial e ordinário estou dispensando...

Cansada desse lugar comum de todos os dias...
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domingo, 16 de julho de 2006

Rifa-se um coração...


Um coração idealista, lutador, sonhador, soberano...
Um coração que nunca prende que comanda o racional o suficiente para se apaixonar quando quer...
Um coração que briga, saí do serio...
Um coração que não quer ser alugado, ou utilizado, porque gosta de sentir emoções fortes...
Um coração que algumas vezes se mostra inocente que se mostra sem armaduras, que quando parar de bater poderá dizer:
Eu fiz tudo que pude ao menos eu tentei...
Um coração cego, surdo e mudo,
Mais que incomoda um bocado...

Ofereço um coração sincero e de raça...
Ofereço acima de tudo um coração que busca a felicidade!!!

Luana Lemos

quarta-feira, 12 de julho de 2006

A RIVALIDADE FEMININA NO TRABALHO


Tenho 21 anos, estou entrando na reta final do meu primeiro curso de Graduação, estou exatamente naquela fase confusa... Fase em que muitos não estão satisfeitos com seus estágios ou com seus primeiros empregos. O fato é que durante esses 5 anos de Graduação que completo no final do ano que vem, estive por vezes em volta em duvidas e anseios em relação ao meu futuro profissional.

Então não seria uma das mais indicadas em falar sobre o tema que me propus, no entanto, fiquei tentada quando li um artigo da revista CLAUDIA on-line sobre o mesmo tema. O tomei como base parafraseando algumas idéias e tentando desenvolver outras. Faço isso porque concordei com a maioria delas e a RIVALIDADE FEMININA NO TRABALHO realmente acontece e muitas de nós tememos isso, escolhendo ambientes mais “masculizados” mesmo que inconscientemente.

O melhor de tudo é que buscamos os nossos próprios ideais e para atingi-los muitas vezes utilizamos de métodos que realmente vão da espionagem a bruxaria. (risos) Não é bem comum, escutarmos isso as claras caras, no entanto, a tática adotada pela revista CLAUDIA para fazer tal matéria foi infalível (risos novamente), eles colocaram mulheres de todas as idades separadas e questionaram cada uma delas abordando os mesmo assuntos. Aí parafraseando novamente a coluna pergunta: SERÁ TÃO TERRÍVEL TRABALHAR COM MULHERES?

A verdade é que a maioria das entrevistadas e os que estão lendo agora, hão de concordar que não podemos generalizar nunca, e nunca esquecermos da competitividade no mundo masculino que muitas vezes é tão acirrada quando no nosso. Algumas acreditam que os homens, nesse quesito, competem de forma mais clara, mais na cara... NÃO CONCORDO!!! Dizem ser a mulher mais enrustida nessa questão. CONCORDO apenas, que os homens lidam de outras maneiras com toda competitividade.
"É melhor lançar-se à luta em busca do triunfo, mesmo expondo-se ao insucesso, que formar fila com os pobres de espírito, que nem gozam muito nem sofrem muito... E vivem nesta penumbra cinzenta sem conhecer vitória nem derrota!"

quarta-feira, 5 de julho de 2006



THURURU DE HOJE ...
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Arte e ARTE

CHUCK CLOSE. Considerado um dos maiores artistas americano vivo, um mestre da gravura de grandes dimensões, em que se destacam retratos, auto-retratos e sua técnica, expostos no ano de 2002 no Metropolitan Museum of Art, de NY.

Utilizando técnicas há muito abandonadas, como a mezzotinta – criada no século 17 para fazer os meios tons em retratos em branco e preto -; e por ele inventadas, como o “grill” que lhe serve de suporte para fazer gravuras coloridas, combinando centenas de cores diferentes em dezenas de superposições, absolutamente exatas.

Close define a si mesmo como um artista em busca da solução dos problemas. “A solução dos problemas é supervalorizada em nossa sociedade. Mas criar problemas é muito mais interessante. Levantar questões para nós mesmos é que nos faz andar.”, diz.

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FRASE DO DIA: "O tempo é muito lento para os que esperam, muito rápido para os que tem medo, muito longo para os que lamentam, muito curto para os que festejam. Mas , para os que amam, o tempo é eternidade." (William Shakespeare)
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AMOR MEU GRANDE AMOR...

Como começar falando sobre as coisas do coração, quando sou daquele tipo de pessoa que teme tanto se entregar... O fato é que temer no meu vocabulário não é a mesma coisa que ter medo apenas, mas sim, recear o obscuro. Confesso que ando aprendendo bem, depois de 5 relacionamentos “festins” e mais 2 “sérios – na medida do possível”.

Já estive em diversas situações, temerosas ou não, não deixam de ser prazerosas viu?! Mais aquele grande AMOR, o meu AMOR GRANDE AMOr, aquele que perdemos as medidas etc... ainda existe?! Eu ainda acredito?! A sátira disso cansei de ver nos meus dois DVD´s do filme de Brigith Jonnes... Tento ao contrario dela, ser muito pratica, ser menos coração e me envolver mais com o momento.

Mais ainda sou BREGA porque acredito SIM num encontro do MEU AMOR GRANDE AMOR...

(risos e mta bebida nessa cara) :p~~~~

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sábado, 1 de julho de 2006

"...o único afrodisíaco verdadeiramente infalível é o amor. Nada consegue deter a paixão acesa de duas pessoas apaixonadas. Neste caso não importam os achaques da existência, o furor dos anos, o envelhecimento físico ou a mesquinhez das oportunidades; os amantes dão um jeito de se amarem porque, por definição, esse é o seu destino." (Isabel Allende)


ACABOU O SONHOOOOOO!!! E QUE "SOINHO HEIM!!!"

terça-feira, 27 de junho de 2006

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::Dia de Jogo da Seleção Canarinho!!! ::

"Gela" Gelada? SIM.
"Petiscos" feitos? SIM.
"Gritaria" Desorganizada?SIM.
"alegria" de sempre? Também.

Mais e aí o que falta? Bom, quando se trata da torcida Brasileira faltam muitas coisas ainda nessa lista... SUPERTIÇÕES, MANDINGAS, BATUQUE, RISADAS, SORRISOS, ALEGRIA QUE CONTAGIA, CORAÇÃO NAS PARTIDAS, EMOÇÃO NAS DISPUTAS... ETC etc etc...

Bom, é assim que nós Brasileiros Felizes e Superadores de tudo nessa vida, torcemos bem a nossa maneira.
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sábado, 22 de abril de 2006

"Senhores passageiros do vôo 815 da oceanic air,apertem os cintos, pois vamos enfrentar uma pequena turbulencia..."
Pannnnnnnnnn Pannnnnnnnnnnnn Pannnnnnnnnn Pannnnnnnnnnn Pannnnnn
Assim começava um outro dilema... serio começava assim mesmo com essa musiquinha ao fundo hehe!!! Mais o "dilemaaaa" acabou-se.
Vamos falar do Hoje
hoje dia de aturar gente chata;
hoje dia de conhecer a nova HOME;
hoje dia de pensar na decoração;
hoje dia de TPM inclusa (já tiveram isso?);
hoje dia de choros contidos;
hoje dia de CINEMA PARADISO;
hoje dia de Produções Independentes;
hoje dia de reclamar pq não saí;
hoje dia de falar é sabadico...
Hoje Dia...

domingo, 16 de abril de 2006

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Daí tava no meio daquelas tardes nada convidativas pra assistir TV, ler um livro que seja, pegar um cineminha (chuvas interminavéis) e coisas afins... acabei optando pela praticidade, pela descoberta e visitas dos mais longingos mundos kkkkkkkk (a pior definição de internet que já vi na minha vida :P) ... isso mesmo estou falando da INTERNET - esse vasto mundo cheio de baboseiras e tão recheado de coisas legais tbm, como "nossos" sempre deliciosos artigos...

Numa dessas viagens, me deparei com uma coluna diaria que nunca tinha parado até então pra ler, era a coluna da Carina Martins - ZAPEATRIX. Coluna recheada de criticas gostosas, que no entanto, algumas vezes caem na mesmice constante.

Mais nesse dia em questão vi que a minha opinião era tão compartilhada por Carina, quando escreveu sobre esse novo programa caricato do Amauri Jr. , da Globo - MINHA NADA MOLE VIDA e como ela até esperei essa semana (sexta no caso) pra reclamar por igual hahahahah!!
Taí alguns trechos da coluna dela... ;D

"Para evitar que minha coluna fosse desmentida em poucas horas por um talvez surpreendente segundo episódio de Minha Nada Mole Vida, resolvi adiar um pouco o texto e conferir a exibição do novo capítulo para ter certeza de que as coisas continuavam como na estréia antes de escrever. Pois podia ter me poupado de trabalhar no Sábado de Aleluia: em duas semanas, o novo humorístico da TV Globo apenas confirmou sua total falta de conceito - e, portanto, de propósito.
É um amontoado de situações supostamente engraçadas com o qual ninguém perdeu fósforo tentando dar forma, volume, densidade, sentido ou objetivo. Minha Nada Mole Vida é mais um exemplo da aparentemente crescente tendência nacional de pôr no ar um programa cujo processo criativo e de produção ainda não passou da premissa.
A idéia de uma sitcom sobre um pai divorciado que trabalha como colunista eletrônico é interessante, e talvez por isso mesmo tenha seduzido os realizadores de tal forma que eles pararam aí. Até a interpretação de Luiz Fernando Guimarães só funciona nas cenas em que o telespectador reconhece os trejeitos de Amaury Jr. Nos outros momentos, o personagem mal existe. A parte boa fica por conta do desempenho de Maria Clara Gueiros e da alegria que sempre é ver alguém conseguir trabalho fora do Zorra Total. De resto…
Em Os Normais, sucesso do mesmo time, tudo fazia parte de uma unidade: havia uma estética própria, uma direção que combinava com o texto, uma escolha de temas apropriada para um tipo de humor específico a que se propunha. Em Minha Nada Mole Vida, não há nada disso. Não há conceito em nenhum quesito, tudo parece feito às pressas para preencher a necessidade de um projeto requisitado, como um trabalho feito no domingo à noite por um estudante que pode até ser capaz de coisa melhor, mas que desta vez apenas cumpriu o número mínimo de palavras e torce por uma nota 5.
Falta identidade, o que praticamente impossibilita a relação dos telespectadores com os personagens e o consequente humor vindo das situações vividas pelos primeiros. Está tudo solto demais. A estética e a direção são de novela. O texto não tem unidade. Não há proposta humorística nenhuma.
Até dá para fazer um programa que envolva uma gama ampla como piadas que vão de masturbação a bolo na cara. Will & Grace é o melhor exemplo de que isso é possível. Mas apenas quando há um trabalho minucioso de texto, ritmo e direção adequadamente integrados. Não dá para colocar no ar o que ainda parece um rascunho. "

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AH!! Eu adoro Will & Grace hehe ;D

sexta-feira, 14 de abril de 2006

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Passagem número 1:

E quando menos esperamos, cá estamos nós envoltos em duvidas... como duvidas do que?! Meu Bem, eu diria de cara, duvidas dessa vida inexplicavél que levamos...

é isso mesmo, nada tem de complexo, não na verdade essa vida é complexa sim, mais pra que explica-la então?! Contraditorio seria ainda mais, se me respondessem todas as minhas perguntas duvidosas hehe...

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Passagem número 2:

E hoje já não me sinto tão dividida, tão encharcada de duvidas...
Vamos parar por aqui...

Bem hoje (tentando começar novamente, mais sem a palavra duvida inserida na frase)... Hoje sexta - feira da paixão... será que está me faltando entendimento em relação a SEMANA SANTA, ou faltando credulidade mesmo?! (òh lá as duvidas novamente)

BEm hoje, um dia de reflexão... caraca!! Nunca refleti tanto assim na minha vida, independente do dia que seja (tá calma, não sou nem agnostica ou tão ateu assim), tenho minhas crenças é verdade... mais caraca!!! Como refleti = não fiz nada consistente hoje...

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Passagem número 3:

Esse texto não tá sendo levado a lugar algum... vou recorrer aos "entendidos" e volto já...

quarta-feira, 15 de março de 2006

Como relatar tudo de perfeito que aconteceu nesse carnaval em Olinda... Como começar a descrever tudo tão intenso e vivido desses 4 maravilhosos dias que tive esse ano...

Sinceramente, até hoje conto aos meus amigos que não puderam ir o quanto estava feliz e plena naqueles 4 dias... por detalhes bobos, mais excenciais na vida de qq um...

Eu merecia... e tive tudo... exatamente tudo que queria...


E voltei renovada... tanto que nessas semanas posteriores minha energia tá a 1000.

Não vou começar hj falando do tal Maravilhoso Carnaval de Olinda-Recife...

Até pq , tá tudo documentado mesmo hehe...

pra não esquecer de detalhe algum...

então vou ficando por aqui.

Lú Lemos

domingo, 12 de fevereiro de 2006

"É uma índia com um colar
A tarde linda que não quer se pôr
Dançam as ilhas sobre o mar
Sua cartilha tem o a de que cor
O que está acontecendo
O mundo está ao contrário e ninguém reparou
O que está acontecendo
Eu estava em paz quando você chegou

E são dois cílios em pleno ar
Atrás do filho vem o pai e o avô
Como um gatilho sem disparar
Você invade mais um lugar
Onde eu não vou
O que você está fazendo
Milhões de vasos sem nenhuma flor
O que você está fazendo
Um relicário imenso desse amor

Sobe a lua, porque longe vai
Corre o dia tão vertical
O horizonte anuncia com o seu vitral
Que eu trocaria a eternidade por esta noite
Porque está amanhecendo
Peço ao contrário, ver o sol se pôr
Porque está amanhecendo
Se eu não vou beijar seus lábios quando você se for

Quem nesse mundo faz o que há durar
Dura a semente dura o futuro amor
Eu sou a chuva pra você secar
Pelo zunido das suas asas você me falou
O que você está dizendo
Milhões de frases sem nenhuma cor
O que você está dizendo
Um relicário imenso desse amor

O que você está dizendo
O que você está fazendo
Porque que está fazendo assim"

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006












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Será essa a primeira postagem de 2006 do Blog... SIM SIM!

Então, hoje nd fiz de especial.. não tomei sorvete no SgT. , não vi o por do sol, não sai de casa quando não tinha mais transito... fiz tudo as avessas...

Meu deus... A começar pelo caotico (exagerada sempre) transito das 18hrs... Calma Luana Calma...

Mudando completamente a retorica...

Tô terminando o livro de Chico Buarque - budapeste... Tô gostando viu, no começo achei meio cansativo, mais depois da pag. 12... tudo fica mais bonito, genteeeeeee!!!

Quero ganhar mais livros, mais Cds de qualidade, Mais doc´s....
Ver filminhos bons... hum, isso ultimamente tem sido uma constante viu.
ôh coisa boa!

Cansei... depois edito esse post. Realmente tudo maluco, tô com toda certeza com muitooooo sono...

bjs Lú.